quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A banalidade do mal



 filme Hannah Arendt, de Margarethe von Trotta
 A banalidade do mal

Legenda: "O maior mal do mundo, é o mal cometido por um Zé-ninguém" 

A banalidade do mal ou risco social e a perversão das organizações:

“(...) Esta historieta serve para mostrar o poder dos medíocres. Por artes perversas - as artimanhas de sedução (estilo histérico) e/ou  de domínio (estilo obsessivo), à mistura com a vitimização depressiva – masochista e a querelancia sádico-paranoide (consoante predomina o traço depressivo ou o traço paranoide), vão conquistando terreno e posição hierárquica e minando a credibilidade e bem-estar  dos que são honestos e solidários. Como dizia o mestre Aquilino, não vencem pela inteligência (que não possuem) mas pela manha (que usam e que abusam). Passa-se na Republica da Estupidez – onde os cretinos sobem ao poder.
Os inteligentes e bons, mas incautos, ingénuos, os civilizados, vão sendo submersos pela barbárie inculta, mentecapta e perversa. Este é e sempre foi o risco social e a perversão das organizações.”

António Coimbra de Matos “O Clube dos Burros” in Saúde Mental Climepsi

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