Psicóloga - Diretor e roteirista Ian SBF e ator Fábio Porchat do canal Porta
dos Fundos, com a participação da Luana Piovani.
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quinta-feira, 29 de agosto de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
O humor e a troça
Diálogo da série A Teoria do Big Bang: "Sou responsável pelo meu próprio orgasmo desde 1982".
"O que verdadeiramente distingue o humor patológico e patogénico é a sua natureza libidinal ou agressiva, um produto do amor ou do ódio, da esperança ou do desespero, um gesto de vinculação ou de rotura, pioético ou destrutivo; se é mais da linha histero-depressiva ou do trilho obsessivo – paranoico; se sai da alma de um cuidador ou da desalma de um perseguidor, da generosidade ou do egoísmo, da ternura ou da violência, da empatia ou do desprezo.
…
Indicador de um narcisismo sadio e resiliente, ao abrigo da ruina depressiva, o sentido de humor é o oposto da troça mordaz do outro, sinal de vulnerabilidade narcísica e fragilidade identitária, denotando o risco de colapso narcísico e rotura da identidade, de que o sujeito se defende pela projeção agressiva e desvalorizante.”
António Coimbra de Matos Relação de qualidade, penso em ti Climepsi
Por isso a troça magoa tanto. Porque é uma manifestação do desprezo (que é uma manifestação de ódio).
Por isso o humor, com ternura, sobre as nossas imperfeições, nos une. Porque é sinal de que nos aceitam tal como somos, sem ser preciso disfarçarmos. E também ajuda a aliviar a tensão.
O humor como manifestação de resiliência:
Nicholas A. Kuiper, Humor and Resiliency: Towards a Process Model of Coping and Growth Europe's Journal of Psychology vol 8, nº 3 2012, em http://ejop.psychopen.eu
E também Bad Humor, Bad Marriage: Humor Styles in Divorced and Married Couples, aqui.
O humor como manifestação de resiliência:
Nicholas A. Kuiper, Humor and Resiliency: Towards a Process Model of Coping and Growth Europe's Journal of Psychology vol 8, nº 3 2012, em http://ejop.psychopen.eu
E também Bad Humor, Bad Marriage: Humor Styles in Divorced and Married Couples, aqui.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Bom feriado!
Retirado de Channel N.
domingo, 1 de maio de 2011
A bela indiferença
DAPHNE: Fui franca contigo - não podemos casar de maneira alguma.
OSGOOD: Por que não?...
DAPHNE: Não estás a perceber, Osgood…Oh, eu sou um homem!
OSGOOD: Bom... ninguém é perfeito.
Poderá não assinalar neste diálogo como a “bela indiferença do histérico”.
Quem se importa? O amor é belo!
"A histérica e também o histérico é alguém que está sempre em estado de desejo mas recusa as responsabilidades ou as consequências desse desejo – alguém, ela ou ele, que quer ter mas se recusa a ter. "
Julia Borossa Histeria Almedina
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